O dirigente começou por referir que o país terminou a competição no 14º lugar do Quadro de Medalhas, tendo conquistado duas “rodelas” de Ouro e 4 de Bronze.
Jirásek revelou ainda que “estes foram os melhores Jogos de sempre para a Rep. Checa”, pois conseguiu um total de 6 medalhas, as mesmas que na olimpíada de Sarajevo, em 1984, mas de metal mais elevado. Enquanto na actual capital da Bósnia, os checos venceram uma medalha de Ouro, em Vancouver venceram duas, por intermédio de Martina Sáblíková, a “heroína” da Rep. Checa.
De facto, as duas medalhas douradas transformaram a patinadora de velocidade na desportista mais famosa daquele país do leste, contrastando com a desilusão que foi a equipa masculina de Hóquei no Gelo, que não foi além dos Quartos-de-Final, quando se chegou a pensar numa eventual medalha de Bronze, pois a de Ouro e a de Prata já estavam “destinadas” para Canadá e E.U.A.
Para além de Sáblíková, o presidente do comité olímpico checo destacou ainda as participações de Sárka Záhrobská e Lukás Bauer.
A esquiadora alpina venceu uma medalha de bronze na prova de Slalom Feminino, cumprindo assim um sonho de criança: “Alegra-me muito esta medalha. Antes dos Jogos prometi a mim mesma que venceria uma medalha e consegui: missão cumprida. Desde criança que sonhava com este momento, e ele agora tornou-se realidade, não podia estar mais satisfeita”.
As outras medalhas da Rep. Checa foram conquistadas por Lukás Bauer, que obteve o maior número de “rodelas” do seu país, mas de menor valor que as de Sáblíková. O esquiador de fundo foi 3º nas provas de 15 km e 30 km (individuais) e 4×10 Km (equipas).
Em Vancouver estiveram presentes 92 atletas checos, número que Jirásek quer aumentar já em 2014, nos Jogos Olímpicos de Sochi.
Jornalista: João Miguel Pereira

